terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Speachless
























Eu chorei quando ele tocou 'it has to be you'.

Não podia ser em outro legal.. o cafe Carlyle é extremamente sofisticado. Eu juro que meu amigo disse que na mesa de trás estava o presidente da China. hehheh! Enfim, o lugar é lindo. Tudo sofisticado. O pequeno problema: 100 dolares so para sorrir. Depois para fazer o fino vc tem que comer, pq afinal é um restaurante... Então pensamos numa solução... O prato pricipal custava U$50. Pedimos uma entrada (eu pedi sopa de lagosta - muito fino) e uma sobremesa (creme burle). Pronto.. e quando o garcon perguntava se queriamos algo, so falavamos que não.
A água nao foi muito bem uma boa pedida, custou 12 dolares...

Mas enfim... foi a melhor noite da minha vida. Sem sombra de dúvida. Ele não é nada carismatico. Estava todo tímido... Só olhava para baixo. E o mais legal de assistir num lugar desses é que não tinha gente histérica.. Só a mulher louca, que eu ja comentei.. hehehe

Enfim, foi mais ou menos isso. Estou sem palavras ainda.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

experiencia incrivel numero 2

WOODY ALLEN NO CAFE CARLYLE
Acabei de voltar de la. Simplesmente estou sem palavras.
Tirando a conta que deu 300 dolares (para duas pessoas) foi tudo incrivel. Fantastico.
Eu juro que quase chorei umas dez vezes. Vou postar uma foto mais tarde, Agora nao sei onde esta o cabinho da camera. Enfim.... momento memoravel.. mulher bebada no final do show, senta ao lado dele.. comeca a fazer dancinhas engracadinhas e fala no microfone: woody, would you marry me?
ele nao respondeu, ela continuou a dancinha.. e no final, ele deu uma risadinha e disse: fantastic

depois eu conto mais. juro!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Experiências incríveis - parte 1























World Trade Center
Sim, os americanos conseguiram transformar em Disney até uma das maiores tragédias da história.
Na verdade eles fizeram um memorial, um enorme memorial lembrando todas as vítimas. É realmente difícil não se solidarizar, alias, é impossível. Fiquei emocionada de verdade.
Fotos de bombeiros chorando, de familias, de sujeira, tudo cercando uma enorme contrução que, segundo as placas, termina em 2009. Tinha lá nesse memorial a foto mais impressionante que eu vi: a de uma das torres caídas no chão. Bem depois do acidente. Eu ate tirei uma foto da foto, nao sei se da pra ver direito, mas enfim...
Acho que eu nao tenho muito o que falar.. esse assunto ja foi amplamente discutido, deixo somente a foto que fala por si só. E juro, a lista de nomes de mortos que nao sai da minha cabeca. isso é foda. isso nao deveria acontecer.
MAKE LOVE NOT WAR!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

7 horas andando

No primeiro minuto que eu sai do aeroporto me apaixonei por NY, como eu ja disse, depois de conversar com o jamaicano e o casal cubano eu percebi que NY e' realmente o que todo mundo me disse: multicultural.
Acordei no domingo, ainda sozinha em NY, e resolvi andar... Como o apartemnto da minha amiga e' muito bem situado, nao precisei andar muito para achar o Empire State Bulding. Antes disso, passando o maior frio do universo, resolvi comrpar um cafe no Starbucks por dois motivos:
1. afastar o frio.
2. me sentir mais new yorker.
No proprio Starbucks o jazz imperava. Billie Holliday cantava com toda alma para mim... Logo Frank Sinatra comecou tambem. Essa sensacao de estar sozinha em um lugar, tomando cafe ruim e ouvindo jazz e' incrivel. Pena que em NY e' proibido fumar dentro dos ambientes.
Depois do cafe fiz meu percurso Empire Bulding/Macy's/Victoria Screts/Loja I love NY. Incrivel. Quando fui olhar no relogio eram 7h da noite. E minhas pernas e meus bracos simplesmente nao existiam mais. Tudo doia. De tanto levar sacolas e andar.

Preciso de um capitulo inteiro para a Victoria Secrets.. Ja a Macy's, maior loja do mundo, desisti logo de cara... E' de fato muito grande, deu preguica.

Uma coisa que me chateou um pouco foi a quantidade de brasileiros aqui. Eu posso realmente falar so em portugues se eu quiser. Mas ao mesmo tempo, o que e' incrivel e' que o tempo inteiro vc escuta linguas do mundo inteiro. principalmente nos lugares mais movimentados.

Bom, no proximo capitulo eu conto mais sobre o Empire States, a Victoria Secrets, o primeiro dia de aula.. e ah, A NEVE!!!!!

Fantastic!

domingo, 3 de fevereiro de 2008

O paraiso existe e toca jazz

o voo


Confesso que estava com medo de voar sozinha pela primeira vez. Na verdade meu maior medo era a conexao Atlanta - New York. Passei 9 horas e 26 minutos pensando nisso. Exageros a parte, o mais legal do voo foi a tela que tinha opcao touch screen. Deixe-me explicar melhor.. Cada poltrona tinha uma tela na frente com varias opcoes de 'lazer'. A primeira coisa que eu fiz foi ouvir um disco inteiro do Foo Fighers, o novo, por acaso. Enfim, o apice da minha felicidade foi descobrir que tinha como ver series tambem. Serio, tinha House, The new adventures of old Cristine, Betty a feia, Medium e muito mais... Engracado que quando vc esta sozinha em um voo as coisas tomam outra proporcao.. estava vendo o filme mais idiota do mundo (Grupo de leitura da Jane Austin ou algo assim) e meu olho encheu de agua quando uma musica conhecida veio a minha cabeca. Tambem fiquei super mal no meio do episodio de Medium, mas eles pegam pesado tambem.
A parte mais legal dessa dvd que eles instalam 'e que vc pode fazer sua playlist. Entre os albns achei o Kind of blue, um do Bob dylan, patti smith e at'e killers, artic monkeys e arcade fire. fiquei feliz.
Como Murphy rege minha vida nao foi um gringo lindo que sentou ao meu lado, e sim um mexicano velho que ficava tentando puxar assunto. Tadinho. No final, ele era super do bem ate me ajudou a fazer a tal conexao.
Pequeno detalhe da conexao.. para passar na alfandega em atlantas as pessoas devem tirar os sapatos e casacos. eu so descobri isso pq um gringinho de 16 anos me mostrou. Eu olhei as pessoas da minha frente fazendo isso e ele me olhou com uma cara de confiante de: sim, vc deve fazer isso. nao gostei. e fiquei com medo pq eu tinha liquido na minha bagagem de mao. achei que eu teria que dar um jeito, mas no fim deu tudo certo.
Depois de entrar no aviao atalnta - ny, aos poucos fui tendo nocao que eu estava indo realmente. nao tinha mais praticamente gente falando em portugues e nao tinha traducao no aviao. meu ingles 'e bom, mas perder o ponto de referencia me deu medinho,
chegando em ny resgatei minhas malas e fui atras do shuttle bus. maior praticidade, por 12 dolares ele me deixou no quarterao do apartamento.
detahe: fiquei amiga do motorista do aviao, so por isso ele fez isso, segundo os meus amigos. o ponto que ele deveria aprar nao tinha nada a ver com onde ele me deixou. ainda bem que eu sou simpatica. meu unico problema 'e que ele era jamaicano e eu nao entendia quase nada do que ele dizia. puta sotaque,
depois entrou no onibus um casal de cubanos. fui conversando com eles ate o ponto deles. o casal me contou que veo em 67 para florida sem se conhecerem. se coheceram, se apaixonaram e resolveram mudar para ny. eles vieram cntando como era dificil viver em cuba. agora eles viraram refugiadose nao podem voltar mais para cuba. o homem havia voltado uma vez so para visitar a familia, a esposa nunca mais.
Segundo ela toda sua familia veio para os estados unidos fugidos e nao pretendem voltar nunca mais. `o fidel nao 'e facil`, conta. Eles vieram para ca com 167 anos. Como refugiados politicos, pediram green card e conseguiram, agora vivem uma vida bacana aqui.
me desejaram boa viagem e foram embora.

meus amigos nao estavam em ny, chegaram hj a noite. logo, cheguei m ny sozinha. completamnte sozinha. percebi entao que estava com fome. andei por perto e achei um bar aberto. de cara o mo;o pediu meu ID (identificantion) para saber se eu era maior de 18. nao tinha id, entao nao pude entrar no bar. continuei andando e achei um mac donalds. e descobri pq o mac faz tanto sucesso no barsil. pq 'e nojento aqui. chegando dou de cara com um mendigo dormindo num dos bancos. pensei muito no joe gold nessa hora. logo um outro cara meio mendigo entrou pra usar o banheiro de la. ele foi embora. eu sentei para comer, ele entrou de novo no mac. maior medo ever. sai com o sanduiche na mao (sanduiche sem molho quase e batata encharcada de gordura). meus amigos me disseram que esse medo passa, que ninguem assalta em ny. que eu nao preciso ter medo. disseram ate que eu vou ficar tao destemida que vou chegar em sp e ser assaltada por fal;ata de precaucao... ehhehe

enfim... fui dormir...

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Jazz for the quiet times

Três coisas:
A primeira é um presente para os leitores do site. Indicada por meu amigo Deco, essa é quase toda a discografia do Dave. Segundo o Deco, editor também da revista Batera e Percussão: "isso é um tesouro... se você ouvir alguns desses CD´s, terá uma senhora aula de jazz".
http://davebrubeck.blogspot.com/

Segunda coisa:
Segundo o Alê Duarte: "Esse que é o mais foda de jazz"
http://orgyinrhythm.blogspot.com/

Terceira:
Programa editado pelo Alê.
http://www.radiolaurbana.com.br/index.asp?Fuseaction=Conteudo&ParentID=9&Menu=16&Materia=1732